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Setting metadata from external tool... is way cool!!
by talvasconcelos
Same crab, new shell! Local AI that actually remembers everything, lives in plain Markdown, and moves with you in one tarball.
Não gostam das regras de um relay? Saltem para outro. Não gostam como um cliente vos mostra o *feed*? Mudem de cliente. A vossa identidade vai atrás, os contactos, seguidores. A rede prospera na escolha, não na coerção.
A questão que permanece não é se Bitcoin está comprometido. As provas em contrário são esmagadoras e estão inscritas no seu próprio desenho, relembradas a cada bloco. A questão é quanto tempo mais confusão, medo e escândalos fabricados irão obscurecer a saída que oferece.
A Terra sempre mudou em escalas que excedem a ambição humana. Este texto confronta a distância entre essa realidade física e a narrativa contemporânea que promete controlo climático através de mandatos, sacrifícios e símbolos.
Se tende para o socialismo ou para a social democracia, espero que me ouça. Não estou a descartar as suas preocupações sobre desigualdade ou vulnerabilidade. Partilho-as. Mas cheguei à conclusão de que as ferramentas que escolhemos para abordar estas preocupações importam enormemente e que os mercados, devidamente compreendidos, são motores de capacitação em vez de exploração.
O argumento de que o dinheiro sólido mata o investimento falha em compreender a ligação entre poupança e capital. Num sistema sólido, a poupança não é apenas acumulação — é capital disponível para financiar novos projectos. Isso conduz a um crescimento mais sustentável, baseado na qualidade e não na especulação.
A greve de Dezembro trouxe centenas de milhares às ruas. Os transportes pararam. Os serviços públicos fecharam. A mensagem chegou claramente: o "Trabalho XXI" como inicialmente proposto ia demasiado longe, demasiado depressa, com demasiado pouca consulta.
O muro caiu. Mas talvez nunca tenha realmente desaparecido. Limitou-se a trocar o betão pelo código, o arame farpado por mecanismos de conformidade, as torres de vigia pela monitorização algorítmica. E se a ideologia que colapsou em 1989 não morreu, tendo apenas aprendido a adaptar-se, infiltrando-se através das instituições em vez de se impor pela força?
A educação é gratuita. A saúde é gratuita. Os infantários, quando existem, são gratuitos. A palavra aparece em todo o lado: nos discursos políticos, nas conversas informais, nas explicações resignadas que as pessoas dão quando lhes perguntam porque toleram esperar meses por uma consulta de especialidade ou porque os seus filhos frequentam escolas com infra-estruturas degradadas e professores desmoralizados. É gratuito.
Não é bem hipocrisia, a maioria das pessoas não alinha as suas vidas perfeitamente com os seus ideais declarados, mas algo mais estrutural. Um padrão que se revela não no que as pessoas dizem, mas naquilo que sistematicamente evitam fazer.
O que acontece quando uma geração herda a crítica como senso comum? Quando o desmantelamento de estruturas tradicionais se torna não uma posição ponderada mas um pressuposto de fundo, absorvido antes de qualquer encontro significativo com aquilo que está a ser desmantelado? A facilidade dessa aceitação inicial pode ser a parte mais consequente da história.
I can't fix everything, and I don't pretend to. But I kept thinking: what if we could ease the pressure just a little this Christmas? Give these families some breathing room so they can say “yes” to a small activity, a treat, or even just not worry about the next grocery run?
Desde o século XIX que circulavam teorias sobre os limites do crescimento demográfico e sobre o que poderia acontecer quando uma população cresce mais depressa do que a sua capacidade de organização.
340 milhões de europeus podem em breve viver sob vigilância financeira. O Euro Digital é o risco. #Bitcoin é a saída.
Nenhum mito sobre Marx é mais persistente do que o do grande campeão da classe operária. Mas os factos são teimosos: o homem que dizia falar em nome do proletariado nunca se deu ao trabalho de entrar numa fábrica, numa mina ou numa tecelagem. Engels convidou-o mais de uma vez a visitar a paisagem industrial de Manchester, o verdadeiro “coração das trevas” da Revolução Industrial. Marx recusou. O autor de *O Capital* preferia perder-se entre livros na sala de leitura do British Museum a sujar as botas na fuligem dos operários cuja causa afirmava encarnar.
Kirk, rotulado de fascista, foi assassinado por quem se dizia anti-fascista. Um homem que fez carreira a convidar adversários a argumentar, a “provar que estava errado” com palavras e não com armas, foi abatido por uma ideologia que afirma defender a liberdade. Que prova mais clara se pode pedir da falência intelectual?
A Teoria do Valor-Trabalho, embora historicamente significativa e politicamente convincente, falha enquanto explicação abrangente do valor económico. As economias de mercado modernas demonstram que o valor emerge de interacções complexas entre preferências subjectivas, escassez, risco, inovação e enquadramentos institucionais.
Este artigo é um convite à reflexão serena, mas firme. Longe da histeria da extrema-direita e do politicamente correcto que domina a esquerda urbana, é preciso olhar de frente para o que está a acontecer.
No fim, o artigo da *Visão* é um festival de clichés, dados errados e ressentimento. Não é só enganador. É desonesto. Culpa a tecnologia pelos erros dos homens. Rejeita o futuro em nome do conforto passado.
É aqui que Bitcoin desafia as ideias convencionais sobre anarquia. Mostra que sistemas voluntários podem gerar estabilidade—não porque as pessoas são altruístas, mas porque os incentivos bem desenhados tornam a cooperação a escolha racional.
Estas análises pretendem oferecer aos eleitores uma visão clara e objetiva das propostas de cada partido, facilitando decisões conscientes nas urnas. Ao focar-se nas promessas relacionadas com liberdades individuais, descentralização e crescimento económico
O que distingue a proposta de Trump é a sua escala, ambição e o objectivo mais amplo: reestruturar a economia dos EUA. Por detrás desta estratégia está uma realidade económica mais profunda—moldada por décadas de défices comerciais, endividamento crescente e o papel do dólar como moeda de reserva mundial.
Aceitar bitcoin pode ser vantajoso para pequenos e médios comerciantes, mas a burocracia e a falta de conhecimento dos contabilistas dificultam esse processo. É essencial que os comerciantes exijam um melhor serviço dos seus TOC e procurem alternativas para garantir que estão em conformidade com a lei, aproveitando ao mesmo tempo os benefícios desta nova forma de pagamento.
Desde a natureza coerciva da tributação até aos fracassos das experiências socialistas, fica claro que a redistribuição não cria justiça—apenas substitui mercados livres por controlo estatal. Justiça verdadeira é manter o que se ganha e participar em trocas voluntárias.
A propaganda do BCE que vamos ver nos próximos meses!
A UE está a preparar-se para tomar controlo total sobre o seu dinheiro. Com o lançamento do **Euro Digital** em outubro e a União de Poupanças e Investimentos, poupar será cada vez mais difícil. Taxas de juro negativas, restrições ao dinheiro físico e vigilância total estão a caminho. O objetivo? Forçar o seu capital para investimentos aprovados pelo Estado.
As políticas de justiça social frequentemente procuram atingir a igualdade através do tratamento desigual, mas esta abordagem pode criar novas formas de desigualdade e divisão. A ênfase na identidade de grupo em detrimento do mérito individual arrisca corroer a equidade e a confiança, minando os objectivos que estas políticas procuram atingir.
Este artigo explora como a anarquia funciona enquanto sistema de cooperação voluntária e direito natural, desafiando as concepções erradas que persistem sobre o tema e revelando o seu potencial para fortalecer a liberdade individual e a coesão social.
O dinheiro é a raiz de todo o mal ou o sangue vital de uma sociedade produtiva? Esta questão tem sido debatida por séculos, frequentemente com conclusões polarizadoras. Alguns veem a riqueza como corruptora e egoísta, enquanto outros a consideram como um catalisador do progresso humano.
O nosso cérebro está programado para pensar de forma linear e processar números pequenos com facilidade. No entanto, quando se trata de números grandes, tudo começa a parecer confuso. Limitações evolutivas significam que fomos desenvolvidos para contar maçãs, não estrelas. Para além de algumas dezenas, os números começam a parecer "muitos" em vez de quantidades específicas.
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